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Município terá programação especial no Setembro Amarelo

Publicado em 05/09/2018 às 10:27 - Atualizado em 05/09/2018 às 10:27

               

 

Um pedágio educativo para distribuição de material informativo, verificação da pressão arterial e de glicemia, sábado (8), na Praça da Bandeira, das 8h às 12h, marca o início do Setembro Amarelo em Capivari de Baixo, campanha brasileira de prevenção ao suicídio, iniciada em 2015, e aderida pelo município.

No dia 10, segunda-feira, haverá uma roda de conversa com os médicos, enfermeiros e odontólogos das ESFs e psiquiatras do Caps. A conversa acontecerá no auditório do ESF Santa Lúcia, às 10h30min.

No dia 13, quinta-feira, uma roda de conversa entre os Agentes Comunitários de Saúde, técnicos e auxiliares de enfermagem, técnicos de higiene bucal e um voluntário do Centro de Valorização da Vida – CVV. Esta reunião acontecerá às 14 horas, no auditório do ESF Santa Lúcia.

No dia 27 de setembro, a partir das 15 horas, passeata Amarela, com saída em frente ao ginásio municipal Juan Manoel dos Santos e percurso até o Parque Ambiental Encantos do Sul.

A coordenadora de Atenção Básica do município Cristina Silveira informa ainda que durante todo mês de setembro, os profissionais do Nasf realizarão atividades educativas para os 8º e 9º anos das escolas do município.

 

Sobre o Setembro Amarelo

 

A campanha Setembro Amarelo é uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque internacionalmente o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio por iniciativa da International Association for Suicide Prevention. A ideia é promover eventos que abram espaço para debates sobre suicídio e divulgar o tema alertando a população sobre a importância de sua discussão.

No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública e sua ocorrência tem aumentado entre jovens. De acordo com números oficiais, 32 brasileiros se matam por dia, em média, sendo essa uma taxa maior do que a de vítimas de Aids e da maioria dos tipos de câncer.

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Álvaro Dalmagro - Assessoria de Comunicação/PMCB